quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Mato Grosso - Hospital em Fátima do Sul/MS tem exames de raios X suspensos por constatação de exercício ilegal da profissão. Profissional que realizava as radiografias não tinha registro no Sistema CONTER/CRTRs

FISCALIZAÇÃO


O Conselho Regional dos Técnicos em Radiologia de Mato Grosso do Sul (CRTR 12ª Região) suspendeu na quarta-feira passada (25) os exames de raios X em um hospital da cidade de Fátima do Sul, a 237 km de Campo Grande.

Segundo o presidente do CRTR 12ª Região, Oldemir Lopes Félix, a fiscalização foi até o hospital atendendo a uma denúncia. A fiscal disse ter sido impedida de entrar no local. “Eles alegaram que ela não poderia entrar e que a instituição não realizava exames de raios X”, disse.

A fiscal decidiu, então, ir até a delegacia de Polícia Civil da cidade e registrou um boletim de ocorrência por exercício ilegal de profissão, onde consta que uma pessoa não devidamente regularizada com o conselho regional estava operando o aparelho de radiografia.

Segundo o registro policial, a diretora do hospital confirmou que a pessoa responsável por fazer os exames não tinha registro. Ela assinou a infração e se comprometeu a cancelar os serviços até que a situação se regularize.

De acordo com o presidente do conselho, a fiscalização acontece em outras cidades. “Nesta semana, os fiscais estão vistoriando as cidades da região sul do estado”, disse, lembrando que o CRTR 12ª Região também coordena as atividades de Mato Grosso.

O hospital deverá ser autuado nos próximos dias. “A pessoa que exercia a profissão irregularmente também deve receber uma autuação e o hospital tem um prazo para cumprir as determinações legais, mas tudo isso ainda deve ser confirmado quando o relatório sair”, concluiu Oldemir.

Fonte: CONTER

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A vez dos raios T


 Em sua coluna de julho, Carlos Alberto dos Santos fala sobre recente avanço na produção de fontes desse tipo de radiação e as perspectivas de aplicação desses dispositivos em diversas áreas, desde a medicina até as telecomunicações.
 
 A vez dos raios TÀ esquerda, oscilador de onda de retorno (BWO) e, à direita, laser de elétrons livres (FEL), dispositivos capazes de emitir radiação na faixa do terahertz. (fotos: Wikimedia Commons/ Holger Motzkau (2010) e China Crisis – CC BY-SA 3.0)
Na coluna de dezembro de 2010, descrevi os princípios e algumas aplicações da radiação terahertz (THz), também conhecida como radiação T ou raios T. A ideia de explorar essa parte do espectro eletromagnético surgiu há quase 90 anos, mas suas realizações práticas só começaram nos anos 1970.
A base de dados Web of Science registra apenas três artigos sobre o tema publicados naquela década. Nos 10 anos seguintes, esse número subiu para 32 e, a partir de então, cresceu em elevadas taxas: 1.047 artigos nos anos 1990, 9.139 nos anos 2000 e 4.428 apenas nos últimos dois anos e meio. O retardo das primeiras aplicações dessa radiação e o abrupto crescimento dessas pesquisas a partir dos anos 1990 devem-se a dois fatores contrários: de um lado, a falta, e de outro, a disponibilidade de recursos tecnológicos.
Engenheiros e pesquisadores têm se deparado com desafios enormes para conjugar fatores tecnológicos importantes na fabricação de fontes de raios T
Todo processo que faça uso de qualquer tipo de radiação requer uma fonte (dispositivo que emite a radiação) e um detector. Engenheiros e pesquisadores têm se deparado com desafios enormes para conjugar fatores tecnológicos importantes na fabricação de fontes de raios T. Idealmente, tais fontes devem ser à base de dispositivos em estado sólido baratos, que funcionem em temperatura ambiente e forneçam feixes intensos e de alta potência.
Um dos principais candidatos a esse posto são os dispositivos do tipo CMOS. Mas as primeiras fontes de raios T com essa tecnologia, surgidas a partir de 2008, apresentaram algumas deficiências técnicas, encabeçadas pela baixa frequência e baixa potência do feixe irradiado. Por isso, os raios T vinham sendo produzidos com equipamentos caros e de baixa praticidade, como diferentes tipos de laser ou de junções Josephson em baixa temperatura.
Sensor CMOS
Sensor CMOS. A tecnologia desse tipo de dispositivo é uma das principais opções a serem usadas na fabricação de fontes de raios T. (foto: Wikimedia Commons/ Master dpo – CC BY-SA 3.0)
Muito recentemente, pesquisadores da Universidade Cornell (Estados Unidos) elaboraram um engenhoso modo de produzir raios T com potência 10 mil vezes maior do que a dos feixes gerados pelos modelos anteriores. Em trabalho publicado na prestigiosa Physical Review Letters no início de junho, eles descrevem o funcionamento dessa inovadora fonte de raios T, construída com tecnologia CMOS.
Vários osciladores, cada um com frequência de 75 gigahertz (GHz), são acoplados a uma estrutura circular, de tal modo que, no centro do círculo, o sistema gera feixes de 290 GHz – ou 0,29 THz – e potência de 0,76 miliwatt (mW). Menos de 1 milésimo de watt é uma potência muito baixa, mas já dá para ser usada em algumas aplicações, como obtenção de imagens em sistemas biológicos.

Aplicações variadas

Para uso em tratamentos de saúde e obtenção de imagens nessa área, a radiação T apresenta características mais interessantes que a dos raios X e do infravermelho. Ao contrário dos raios X, por exemplo, os raios T não são ionizantes, de modo que o risco cancerígeno não existe quando eles interagem com os tecidos de seres vivos. E, devido a sua baixa potência, a radiação T não aquece o material, como ocorre no caso do uso de infravermelho.
Além disso, nunca é demais ressaltar o alto poder de penetração dos raios T em materiais desidratados, não-metálicos, plásticos, papéis e cartolinas, e a quase impenetrabilidade em materiais metálicos e líquidos polares como a água. Tais propriedades transformam esses raios em excelente ferramenta para a obtenção de imagens.
A interação dos raios T com determinado material gera uma resposta que pode ser comparada a uma impressão digital
As imagens geradas pelos raios T são muito similares àquelas obtidas por ressonância magnética em exames clínicos. Nesses processos, as medidas eletromagnéticas são transformadas em imagens por meio de complicados programas computacionais.
A interação dos raios T com determinado material gera uma resposta que pode ser comparada a uma impressão digital. Essa marca única é definida pelas frequências rotacionais e vibracionais das moléculas dos materiais: cada valor associado a essas frequências produz uma imagem diferente.
Por coincidência, moléculas de muitos materiais explosivos e de várias drogas apresentam frequências rotacionais e vibracionais na mesma faixa dos raios T, o que faz com que essas substâncias sejam facilmente exibidas em imagens obtidas com esse tipo de radiação.
Dinamite
Os raios T podem ser excelentes ferramentas para a identificação de materiais explosivos, que são facilmente exibidos nas imagens obtidas a partir desse tipo de radiação. (foto: Wikimedia Commons/ Olecrab – CC BY 3.0)
Mas a aplicação que vem fazendo a cabeça de pesquisadores e industriais é o uso dos raios T na transmissão sem fio, por causa dos sinais ultrarrápidos dessa radiação e da sua larga banda de frequência – de aproximadamente 275 até 3 mil GHz (ou 3 THz). Essa banda de frequência estaria praticamente toda disponível para utilização, ou seja, haveria inúmeras vias para a transmissão de dados.
É preciso ressaltar também que, com essa tecnologia, será possível transmitir dados com a impressionante velocidade de 10 gigabits por segundo (Gb/s). Atualmente, a máxima velocidade de transferência das fontes convencionais é de 150 megabits por segundo (Mb/s). O recorde atingido pelos primeiros dispositivos de raios T foi recentemente divulgado e está na faixa de 3 Gb/s.
Todos os dispositivos e resultados aqui relatados são factíveis e objeto de patentes industriais, mas sua oferta comercial ainda é incipiente. Embora os mais céticos insistam em dizer que esses resultados são mais interessantes na teoria do que na prática, vale lembrar que há mais de uma década a empresa TeraView, uma subsidiária da Toshiba, oferece serviços de imagens clínicas com os raios T. Portanto, na área médica, essa é uma realidade comercial que deverá crescer nos próximos anos.
O mesmo não pode ser dito na área de telecomunicações, uma vez que os obstáculos a serem vencidos na eletrônica de alta frequência ainda são consideráveis. Apenas na faixa de frequência de aproximadamente um décimo do terahertz é que dispomos de equipamentos com rendimentos aceitáveis. Todavia, pesquisadores e engenheiros da área estão mais do que confiantes de que logo teremos dispositivos terahertz.

Carlos Alberto dos Santos
Professor-visitante sênior da Universidade Federal da Integração Latino-americana

sábado, 4 de agosto de 2012

Brasília - Abre concurso para Radiologia, salário de R$ 7.438,62

SINTARESP REPÚDIA TERCEIRIZAÇÃO NO HOSPITAL SÃO CAMILO DE ITU


O São Camilo, que administra a Santa Casa de Itu, informou que irá


terceirizar os serviços de ressonância e tomografia do setor de diagnóstico por

imagem do hospital.
Esse processo está acarretando a demissão de técnicos e técnicas

em  radiologia.
E há denúncias de que as empresas que vão prestar serviços ao São Camilo

pretendem atuar com interposição fraudulenta de mão de obra.
O Sintaresp entrou com representação no Ministério Público do Trabalho

de Campinas, denunciando as demissões e pedindo providências para modificar a

situação.
Nosso Sindicato repúdia qualquer terceirização dos serviços.
fonte

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Dica - Quando incluir experiência em outra área no currículo

Maria Lúcia pergunta:

Tenho a oportunidade de tirar as férias de um colaborador, que não é da mesma área que a minha. Como posso colocar no meu currículo essa experiência em outra área?

R7 Entrevista verdade 300x225 Quando incluir experiência em outra área no currículoComo a duração das férias do colega é pequena, de no máximo um mês, essa experiência no currículo não fará muita diferença. O que não te impede de mencionar no currículo. Só não crie expectativa de que essa experiência vá levá-la a conseguir algo nessa área que você irá cobrir.

Talvez seja mais efetivo você falar sobre essa experiência durante entrevistas de emprego. Caso você não tenha interesse em mudar de área, avalie se vale a pena incluir essa pequena atuação em outra função no currículo. Se a experiência não agregar nada, o melhor é deixar pra lá.  

Agora, se seu objetivo é atuar nessa outra área, que tal buscar em paralelo alguma curso que a qualifique melhor e permita dar o salto desejado? Aí sim, pode ser uma combinação mais interessante, que te coloque em situação de concorrer com profissionais dessa área a uma futura vaga.

Dica - Fui promovido, mas não recebi aumento de salário

R7 Aumento de salário1 300x257 Fui promovido, mas não recebi aumento de salárioMuitas vezes a empresa reconhece seu desempenho e na avaliação anual quer recompensá-lo com uma promoção. Muito legal não? Seria se você recebesse aumento de salário, como reconhece a própria legislação. Quando a empresa possui uma política de cargos e salários, esta seria a atitude correta. Se isso não acontecer, tenha uma conversa com o chefe e o RH para entender o que houve.

Caso a justificativa esteja ligada a um problema financeiro da empresa, alinhe com o RH uma posição a curto prazo. Se você confia na empresa, pode esperar um pouco mais para que a situação se resolva. Os meses se passaram e nada de aumento, cobre uma resposta. Se mesmo assim, nada acontecer avalie se vale a pena continuar na empresa.

Acha que foi enrolado? Tenha uma conversa honesta com o chefe ou o RH. Nenhuma empresa pode promover funcionários sem que eles se encaixem à faixa salarial daquele cargo. Legalmente, esse tipo de ação é ilegal. A menos que você esteja disposto a correr o risco de esperar que um dia o tão sonhado aumento aconteça. 

Senador apresenta projeto que regulamenta a profissão de técnico em radiologia


O projeto de lei é de autoria do senador Paulo Paim. A matéria tramita no Congresso Nacional, em Brasília. A intenção é regulamentar a atividade do profissional que trabalha em radiologia. Pela nova legislação, só técnicos, bacharéis e tecnólogos poderiam exercer esta função. Paulo Paim justifica que o texto foi apresentado pela própria categoria.
- Eles disseram que discutiram amplamente com a categoria. Claro que toda vez que você vai regulamentar uma profissão, está se consagrando o direito da categoria. Sempre existe setores que atuam nesta área que levantam dados e que alegam que não vão mais poder atuar naquela área, afirma.
 
Paim se refere ao fato de que os radiologistas alegam que podem perder o direito de realizarem exames como de ultrassonografia nos consultórios, por exemplo. O assunto preocupa a classe médica, que tenta sensibilizar os parlamentares pra votarem contra o projeto. O presidente do Colégio Brasileiro de Radiologia, Manoel Aparecido Gomes da Silva, não poupa adjetivos e afirma que a medida é um crime contra a sociedade. Mas o senador rebate.
- Para realizar o exame o profissional seja médico ou técnico vai ter que provar que tem habilitação e estar registrado no conselho da categoria. Principalmente, aquele que trabalha com aparelhos de radiação, alerta.

São Paulo - Senac Tiradentes lança novos ambientes educacionais na área de radiologia

Um dos pilares educacionais do Senac São Paulo é proporcionar aos seus alunos o aprendizado na prática – para isso, a instituição investe constantemente na qualificação do seu corpo docente e na sua infraestrutura. Como parte da reformulação dos laboratórios da área de saúde, o Senac Tiradentes, unidade reconhecida por promover educação profissional em saúde há 30 anos, inaugura no dia 2 de agosto novos ambientes de radiologia. Na ocasião, estarão presentes representantes dos maiores centros de radiologia do Brasil, profissionais da área e formadores de opinião. 
 
No novo laboratório, um dos diferenciais são os phantons, que simulam partes do corpo humano para produção de imagens radiográficas, além de uma máquina de radiografia computadorizada (Computerized Radiology – CR), que, entre os benefícios, oferece facilidade de captura, armazenamento e recuperação da imagem. O Ambiente Workstation (radiologia digital) é equipado por computadores com software de última geração para processamento, manipulação e tratamento de imagem. Entre as novidades também está o laboratório de mamografia, com mamógrafo de última geração, aparelhos de Raio-X, todos integrados ao sistema digital CR, e três monitores de 70 polegadas cada, voltados para aulas expositivas.

“Os ambientes reproduzem e dão ao aluno a oportunidade da vivência na prática muito próxima da realidade, preparando-o ainda mais para o período de estágio e contribuindo com a formação de um profissional altamente qualificado”, declara Mariangela de Paula Albertino, gerente do Senac Tiradentes. Também estão sendo reformulados os laboratórios de enfermagem, hemoterapia e odontologia, em um investimento total de R$ 2,8 milhões.

Além de contar com ambientes de alta tecnologia e multifuncionais, a biblioteca da unidade oferece os mais novos títulos de saúde, atendendo os cursos Superior e Técnico. Integram o portfólio cursos como o Tecnologia em Radiologia (graduação); Diagnóstico por Imagens: medicina nuclear e PET/CT, Sistemas Digitais na Radiologia (pós-graduação); Especialização Técnica em Mamografia, Especialização Técnica em Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética, Técnico em Radiologia (técnico).

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Dica - Quando incluir experiência em outra área no currículo

Maria Lúcia pergunta:

Tenho a oportunidade de tirar as férias de um colaborador, que não é da mesma área que a minha. Como posso colocar no meu currículo essa experiência em outra área?

R7 Entrevista verdade 300x225 Quando incluir experiência em outra área no currículoComo a duração das férias do colega é pequena, de no máximo um mês, essa experiência no currículo não fará muita diferença. O que não te impede de mencionar no currículo. Só não crie expectativa de que essa experiência vá levá-la a conseguir algo nessa área que você irá cobrir.

Talvez seja mais efetivo você falar sobre essa experiência durante entrevistas de emprego. Caso você não tenha interesse em mudar de área, avalie se vale a pena incluir essa pequena atuação em outra função no currículo. Se a experiência não agregar nada, o melhor é deixar pra lá.  

Agora, se seu objetivo é atuar nessa outra área, que tal buscar em paralelo alguma curso que a qualifique melhor e permita dar o salto desejado? Aí sim, pode ser uma combinação mais interessante, que te coloque em situação de concorrer com profissionais dessa área a uma futura vaga.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Radiologistas se mobilizam para impedir aprovação de projeto que proíbe médicos de fazerem exames

Tema é motivo de preocupação para categoria que tenta sensibilizar parlamentares a não aprovarem proposta que está tramitando na Câmara Federal
 
Médicos radiologistas de todo o país estão unidos na tentativa de sensibilizar políticos a não aprovarem a proposta que pode retirar o direito de médicos fazerem exame de ultrassom, tornando a atividade privativa a técnicos, tecnólogos e bacharéis. O Projeto de Lei, número 3661 de 2012, está em tramitação na Câmara dos Deputados, em Brasília. O presidente do Colégio Brasileiro de Radiologia, Manoel Aparecido Gomes da Silva, não poupa adjetivos e afirma que a medida é um crime contra a sociedade.
 
- Isso não é somente uma ameaça a nossa especialidade e sim uma ameaça à população. É preciso reconhecer a especialidade de cada um. Eu sou médico, por exemplo, especialista em diagnóstico e me especializei em ultrassonografia e não faço cirurgia, assim como o médico que faz cirurgia não pode dar o diagnóstico dos exames. Então, tem quer ser médico e tem que ser especialista. Como um técnico de radiologia vai poder fazer isso? É uma reserva de mercado que querem puxar por lei uma competência que ele não tem - afirmou o presidente do CBR. 
 
O projeto foi apresentado pelo senador Paulo Paim, do RS. Pela medida, o médico também ficaria impedido de operar qualquer aparelho de ressonância, tomografia e PET-CT. 
 
- O Projeto de Lei tem, inclusive, a petulância de proibir a atuação dos médicos nos aparelhos que forem desenvolvidos daqui para frente. Estamos pedindo a participação de todos os médicos radiologistas para nos dirigirmos a todos os deputados para que façam a sua parte, para que consigam demonstrar aos parlamentares a gravidade do assunto - completa o presidente do CBR, Manoel Aparecido Gomes da Silva. 
 
O presidente da Associação Gaúcha de Radiologia, Silvio Cavazzola, reforça a importância do assunto. 
 
- Por mais qualificado que seja o técnico/tecnólogo em radiologia, e sabemos que alguns existem no mercado, o médico tem que fazer 6 anos de faculdade de medicina e mais 3 de especialização em Radiologia e Diagnóstico por Imagem para poder efetuar o exame com segurança. Como o técnico/tecnólogo, que se forma em 2/3 anos, sem conhecimentos mais profundos de fisiopatologia, fisiologia, anatomia e patologia poderá fazer o que levamos 9 anos para aprender? - questiona Cavazzola.
 
O Colégio Brasileiro de Radiologia está buscando participação também da Associação Médica Brasileira (AMB) e do Conselho Federal de Medicina (CFM), entre outras entidades. 
 
Associação Gaúcha de Radiologia
 
A Associação Gaúcha de Radiologia, filiada ao Colégio Brasileiro de Radiologia, é uma entidade científica que congrega médicos radiologistas do Rio Grande do Sul, que utilizam radiações ionizantes ou outras formas de energia, para fins de diagnóstico e tratamento. Seu objetivo principal é promover, aprovar e incentivar o aperfeiçoamento dos médicos radiologistas, nos campos científico, ético e social. A Associação Gaúcha de Radiologia é a representante maior no Estado do Rio Grande do Sul, dos médicos que trabalham com métodos de imagem. Sua área de abrangência engloba radiodiagnóstico, radioterapia, ultrassonografia, tomografia computadorizada, medicina nuclear, ressonância magnética, densitometria, mamografia e radiologia vascular e intervencionista.

fonte http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=84347:-radiologistas-se-mobilizam-para-impedir-aprovacao-de-projeto-que-proibe-medicos-de-fazerem-exames&catid=47:cat-saude&Itemid=328

Concurso - Ferraz de Vasconcelos - 04 vagas (Radiologia)

Profissionais da radiologia têm direito a oposição à contribuição assistencial

        Os Técnicos e Técnicas em radiologia, associados ou não, que trabalham em entidades filantrópicas, têm direito de oposição à contribuição assistencial. Para isso, cada trabalhador ou trabalhadora deverá apresentar uma carta de oposição, escrita de próprio punho, à secretaria do Sintaresp São Paulo, ou nas subsedes. 
       
        A carta deve ser feita em três vias, e conter o número do CPF, RG e nome do local de trabalho. E  deverá ser protocolada na secretaria do sindicato, no prazo máximo de 10 dias corridos, Nos seguintes endereços: 

Sede do Sintaresp em São Paulo, na rua Pires da Mota, 1029-Aclimação.
Subsede de Sorocaba , na rua Arthur Gomes, 508 – Centro 
Subsede do Vale do Paraíba , na rua  José Francisco Monteiro, 88 – São José dos Campos 
Subsede de Santos, na rua Riachuelo, 82-Conj.71-Centro

O PRAZO PARA MANIFESTAR OPOSIÇÃO É ATÉ 09 DE AGOSTO.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Rio de Janeiro - Em cumprimento à liminar deferida pela Justiça Federal do Rio de Janeiro, CONTER realiza intervenção no CRTR 4ª Região

people.se  
   


















 O Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER), autarquia pública federal, criada pela Lei n.º 7.394/85 e regulamentada pelo Decreto n.º 92.790/86, por meio da Resolução CONTER n.º 05/2011, expedida em 18 de julho de 2011, anulou o processo eleitoral do Conselho Regional de Técnicos em Radiologia do Rio de Janeiro (CRTR 4ª Região).

A medida foi tomada após a constatação de irregularidades evidentes por parte da Comissão de Recurso Eleitoral do CONTER. Contudo, a diretoria executiva do CRTR 4ª Região desacatou a decisão. Diante do fato, o CONTER, no uso de suas atribuições legais, tomou as medidas judiciais necessárias para fazer valer os efeitos da decisão aprovada pelo colegiado nacional.

Após obter medida liminar deferida pela Justiça Federal do Rio de Janeiro, em 18 de julho de 2012, na qual fica determinado o afastamento imediato dos 18 conselheiros regionais, foi publicada a Resolução CONTER N.º 06/2012, que permitiu aos interventores, em 20 de julho de 2012, assumirem efetivamente a diretoria administrativa do CRTR 4ª Região.

A partir de então, foi instalada a tomada de contas especial do Regional, para apuração das ações de improbidade administrativa e responsabilidade.
Após os desdobramentos do trabalho de intervenção, no período mais curto possível, o CONTER tomará as medidas previstas no Código Eleitoral para a realização do processo eleitoral para eleição do novo corpo de conselheiros do CRTR 4ª Região.

Até lá, o CONTER conduzirá os trabalhos de forma clara, transparente e manterá os profissionais da jurisdição do Rio de Janeiro informados sobre as apurações, por meio das plataformas de comunicação da autarquia e informativos oficiais.
Concluímos que, após aproximadamente um ano de muitas dificuldades e disputas judiciais, agora que resta clara a preponderância da justiça brasileira, dentro em breve, tudo voltará à normalidade.
 
Respeitosamente,
 VALDELICE TEODOROPresidenta do CONTER
 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Sindicato denuncia radiação em hospital do Rio; governo nega

 
Tomógrafo Hospital Salgado Filho (Foto: Jorge Darze/ Sindicato dos Médicos do RJ)Tomógrafo está desligado preventivamente, diz secretaria (Foto: Jorge Darze/ Sindicato dos Médicos do RJ)
O Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro denunciou o vazamento de radioatividade em um tomógrafo no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, na Zona Norte do Rio. A Secretaria municipal de Saúde, no entanto, afirma ter feito testes na sala de tomografia da unidade, que revelaram que as taxas de radiação estavam dentro da normalidade. Apesar disso, nesta quarta-feira (25), o aparelho está desligado, segundo a secretaria.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos, Jorge Darze, uma vistoria foi feita pelo próprio sindicato na unidade nesta terça-feira (24). Segundo ele, os técnicos de radiologia afirmaram já ter notado a radiação e que tinham chamado um especialista para fazer um teste.
“Eles avaliaram que tinha traços de radioatividade em uma chapa de raio-x que ficou um dia inteiro na sala. Posteriormente, os técnicos chamaram um especialista para medir a radioatividade do local com um aparelho. Ele concluiu que a taxa de radiação estava cinco vezes maior do que o normal”, disse Darze.
A sala tem dois aparelhos. Um deles tem 15 anos, mas foi o mais novo, instalado recentemente, que teria apresentado o defeito. “A direção do hospital havia mandado desligar o aparelho. Eles não mandariam desligar se não tivesse algum problema”, afirmou Darze.
O médico revelou ainda que acionou a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e a Vigilância Sanitária para fazer uma avaliação no ambiente e comprovar o vazamento.
A Secretaria de Saúde, por sua vez, afirmou ainda que o tomógrafo mais antigo funciona normalmente e que não há atrasos na realização dos exames. Darze, no entanto, diz que, na terça-feira (24), as duas máquinas estavam desligadas.
“Quando estive na unidade ontem [terça],  o outro aparelho, que é mais velho, sucateado, e faz sessenta exames por dia, estava quebrado”.

fontehttp://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/07/sindicato-denuncia-radiacao-em-hospital-do-rio-governo-nega.html

Goiás - Congresso de Radiologia


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Dica - Meu chefe não delega e centraliza tudo

R7 Chefe Xarope 300x222 Meu chefe não delega e centraliza tudo Você tenta ganhar a confiança do chefe, mostra proatividade e está sempre disposto a encarar novos desafios, mas não consegue que ele te dê mais atribuições. Aí, você começa a achar que o problema está com você. Antes de sentir-se culpado e acreditar que de fato não tem competência suficiente para desenvolver seu trabalho, faça uma pequena reflexão.  

Há muitos chefes por aí que são extremamente centralizadores e têm dificuldade em delegar. Não será esse o caso? Se realmente você estiver fazendo tudo direitinho e perceber que seu chefe não confia na equipe, o problema pode estar com ele. E, como lidar com um chefe assim? Tente com jeitinho mostrar que você é um aliado, com quem ele pode contar.

Chefes centralizadores, em geral, costumam ser inseguros e temem que a equipe não consiga fazer aquela atividade tão bem quanto ele. Por isso, deixe claro que está ali pra aprender, que quer ajudá-lo a dividir o trabalho como forma de desafogá-lo do excesso de tarefas. Procure também tirar a impressão de que você quer o lugar dele.

Chefes inseguros costumam ter na cabeça essa ideia infundada e sempre acham que os subordinados são uma ameaça. Então, fale que deseja ficar com a parte mais operacional, livrando-o de tarefas menos estratégicas e permitindo que ele se concentre naquilo que é necessário. Essas são táticas que vão ajudando a conquistar a confiança do chefe e aos poucos fazendo com que ele delegue mais. 
 

domingo, 22 de julho de 2012

Efeito da radiação no organismo pode ser comparado ao de um remédio

O efeito da radiação no organismo pode ser comparado ao de um remédio. Em pequenas doses, é terapêutico; em altas, pode ser letal. A analogia é da física Kellen Adriana Curci Daros, da Comissão de Proteção Radiológica do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR).

Ela explica que, em acidentes como o de Fukushima, no Japão, ocorrido em março de 2011, quando alguém é exposto a altas doses de radiação por inalação ou ingestão, existe o risco de desenvolvimento da Síndrome Aguda das Radiações (SAR). Trata-se de uma reação imediata à exposição para a qual só existe tratamento paliativo.


De acordo com o médico João Luís Fernandes da Silva, do Hospital Sírio Libanês, esse tipo de efeito mais grave ocorre quando a intensidade da radiação é maior do que 500 centigreis.
— Se doses menores forem absorvidas, com o decorrer do tempo, podem aparecer tumores secundários da radiação.

No caso do acidente de Chernobyl, em 1986, além da morte de 30 trabalhadores da usina, quase 6 mil casos de câncer de tireoide foram detectados em regiões contaminadas. Estudos estimam que, nas décadas seguintes, de 10 mil a 40 mil casos de câncer estariam ligados ao vazamento de material radioativo.


Ela observa que, apesar dos efeitos deletérios, a radiação tem grande importância na medicina, possibilitando exames de imagem que vão desde o raio X até a sofisticada tomografia computadorizada por emissão de pósitrons. A radiação também é usada na esterilização de material cirúrgico. Na terapêutica contra o câncer, a radiação também é utilizada para destruir tumores em sessões de radioterapia.


Para Kellen, a população leiga ainda tem pouco conhecimento sobre a radiação, o que leva a um medo exagerado de seus efeitos.
— A radiação é muito próxima da vida da gente, mas a população não vê. O paciente que está com uma doença crítica, mas que tem cura, deve fazer vários exames conforme o médico considera necessário. O benefício de se curar é muito maior do que os riscos da radiação dos exames.

Estudo


Contrariando avaliações de que o acidente nuclear de Fukushima não afetaria a saúde da população local, pesquisadores da Universidade de Stanford concluíram que entre 24 e 2,5 mil pessoas provavelmente desenvolverão câncer pelo contato com o material radioativo vazado no desastre. Além disso, entre 15 e 1,3 mil pessoas devem morrer prematuramente em decorrência da doença.


A grande maioria dos casos ficará concentrada no Japão, com poucas ocorrências previstas no restante da Ásia e na América do Norte. Para John Ten Hoeve, pesquisador do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental de Stanford, o número de casos no resto do mundo é relativamente baixo e a estimativa serve apenas para "administrar o medo em outros países de que o desastre possa ter tido um alcance mundial".

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Dica - Não tenha vergonha de dizer que foi demitido.

R7 Demitido 200x300 Não tenha vergonha de dizer que foi demitidoNinguém gosta de ser demitido. Chegar em casa e encarar a família não é algo fácil, da mesma forma que explicar o porquê de ter saído do último emprego ao recrutador. Mas encarar a realidade com maturidade é a melhor saída. Nada de inventar desculpas ou justificativas. Trate a questão com naturalidade e nada de se sentir culpado.

Antes de entrar em depressão, tente enxergar a verdadeira razão de sua demissão. Muitas vezes, o problema está no relacionamento com o chefe e demissões dessa natureza são muito comuns hoje em dia. Neste caso, fique tranquilo. Os recrutadores sabem que conflitos entre chefes e subordinados são a principal causa de demissões. Se for por culpa sua ou um grave erro cometido por você, deixe claro que aprendeu com a situação.

Lembre-se que todo mundo está sujeito a passar por uma ou mais demissões na vida. A diferença é como você lida com a questão. Quando se tira lições importantes de situações adversas, o recomeço sempre é enriquecedor e fortalece o profissional. Agora, quando a pessoa não aceita o que aconteceu e tenta enganar os outros, a demissão pode se tornar um problema. Mentira tem perna curta e a chance de dar um novo passo na direção certa vai por água abaixo.

Ser demitido não é uma mancha irreversível no currículo. Muitas vezes você hiperdimensiona uma situação que é vista com naturalidade por quem está ao seu redor. Por isso, não esmoreça. Vá à luta e aproveite que o mercado está aquecido para alguns setores da economia. Prepare-se para a entrevista de emprego, seguro de que com sinceridade você chegará lá

As profissões de Técnico e Tecnólogo em Radiologia (HD

QUER FAZER O CURSO?. TIRE SUA DÚVIDA

http://www.youtube.com/watch?v=1OheBEBBgdQ